A proposta foi ousada: uma entidade europeia promover e sediar, na Universidade Federal do Acre (Ufac), a II Conferência Mundial da Ayahuasca, bebida sacramental amazônica. De 17 a 22 de outubro, foram seis dias de programação, com dois fóruns de discussão distribuídos em cinco eixos temáticos: política e sustentabilidade, ciências sociais, religiões, ciência e questões indígenas.

O encontro foi promovido pelo Iceers (Internacional Center for Ethnobotanical Education, Research & Service/Centro Internacional para Educação Etnobotânica, Pesquisa e Serviço) de Barcelona, na Espanha.  Contou com o apoio do governo do Acre, por meio do gabinete da primeira-dama, Marlúcia Cândida, da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), da Secretaria de Turismo e do gabinete do senador Jorge Viana, além da Ufac.

Nas mesas debatedoras, foram reunidos mais de 60 convidados, entre representações tradicionais ayahuasqueiras – indígenas e membros de comunidades religiosas –, antropólogos, biólogos, farmacólogos, médicos e juristas, de diversos países.

Somando conferencistas e público, o evento recebeu 700 pessoas. Os efeitos da ayahuasca sobre a saúde, especialmente os antidepressivos, têm despertado atenção no mundo todo, notadamente de cientistas, que estão se debruçando em pesquisas sobre a substância e as culturas nas quais está inserida.

Leia o artigo completo.

Registe-se para recever as Alertas mensais do IDPC e obter informação sobre questões relacionadas com as políticas de drogas. 

Thumbnail: Secretaria de Comunicação Social (SECOM)