Nos últimos anos o México testemunhou um aumento sem precedentes do uso de drogas legais e ilegais. Diversos estudos estão a mostrar que o nosso país passou de ser um território de transporte para um território de produção e distribuição de uma variedade de drogas. Em termos de saúde público as autoridades reportaram desde 1998 que uma população outrora resiliente tornou-se lentamente numa população consumidora. Este grupo observa uma maior disponibilidade de drogas, mais oportunidades para o consumo, idades mais precoces de primeiro consumo e homogeneização de padrões de bebida entre homens e mulheres.

Mas serão os churros (charros), metas (metanfetaminas), ecstasy, inaláveis e speeds as drogas verdadeiramente mais danosas? É a ilegalidade o único factor que determina a perigosidade das drogas e o nível de prioridade escolhido para abordar o fenómeno das drogas? As respostas a estas questões são tratadas por Lisa Sanchez, coordenadora do Programa de Políticas das Drogas e Redução de Riscos da Espolea na sua nova edição da Visão dos Jovens. Leia o documento e encontre recomendações políticas para o México para actualizar a sua política sobre o álcool.

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