British Medical Journal (2012)

Nos últimos anos, centenas de novas drogas apareceram no mercado europeu de drogas recreativas. Algumas dessas substâncias, tais como a ketamina e o γ-hidroxibutirato (GHB), têm finalidades médicas legítimas. Estes compostos juntaram-se a muitas substâncias psicoactivas novas que, combinadas com o seu marketing online, colocam um desafio aos decisores políticos e profissionais da saúde.

As origens destas novas drogas variam desde compostos sintéticos (como a 4- methylmethcathinone ou mefedrona) até produtos à base de plantas (como a sálvia divinorum e kratom). Os compostos sintéticos são muitas vezes concebidos e promovidos para evitar infringir as leis de protecção do consumidor, leis de drogas e de medicamentos. Embora a mefedrona, outros catinonas e vários compostos sintéticos (incluindo diversos canabibóides) foram classificados no Reino Unido como drogas de classe B em Abril de 2010, muitas outras novas substâncias com potencial psicoactivo continuam legalmente disponíveis. Mudanças rápidas na legislação, combinadas com divulgação variada e controlo de fraca qualidade, conduziram a uma variação marcada na composição desses produtos, dificultando aos utilizadores de aos clínicos a identificação precisa do que está a ser consumido.

Este artigo revê alguns exemplos comuns destas novas drogas e fornece um quadro para conduzir uma entrevista no contexto dos cuidados primários de pessoas que podem ter problemas com este uso.

Para ver o artigo (com acesso limitado) por favor clique aqui.

Registe-se para recever as alertas mensais do IDPC e obter informação sobre questões relacionadas com as políticas de drogas.