O khat é consumido há centenas, senão milhares de anos nas terras altas da África Ocidental e Sul da Arábia. Fora dessa área, o uso de khat foi visto pela primeira vez nos anos 1980, mas apenas atraiu maior atenção nos últimos anos.

Onde o khat foi estudado extensivamente, nomeadamente na Austrália, no Reino Unido e até há pouco na Holanda, os governos afastaram-se da proibição por causa dos danos médicos e sociais não equivalem esses controlos.

Onde a proibição rigorosa foi introduzida houve severas consequências negativas não intencionais que falharam para uma melhor integração, inclusão social e prosperidade económica das comunidades somalis em particular, que mascam khat mais amplamente. As experiências da América do Norte e da Escandinávia mostram que a proibição não irá resolver os problemas associados ao khat, mas tendem a aumentá-los.