No fim das contas, todos aspiramos o mesmo: mudar a dinâmica da Cracolândia. Acontece que o poder público tem investido há décadas em táticas equivocadas para alcançar esse objetivo.

As ações truculentas da polícia ao longo dos últimos anos em SP conseguiram apenas dispersar temporariamente os usuários pela cidade e desfazer o vínculo entre eles e seus assistentes sociais. Além de cara, essa política apresenta resultados parciais e pouco duradouros. A dependência química é prioritariamente uma questão de saúde, e não de violência.

Como achamos melhor fazer isso: Priorizando a redução de danos como política pública. Moradia e emprego precisam ser prioridade, sem a pré-condição da abstinência, ou seja, sem discriminar e, principalmente, sem exigir mudanças bruscas de seus hábitos. O caminho mais adequado está em acolher e ajudar os usuários respeitando sua individualidade e os contextos em que estão inseridos.

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Thumbnail: Flickr Office of Public Affair